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História do Cacau
Histórica do CacauO nome científico do cacaueiro é “Theobroma Cacao” que significa “cacau, manjar dos deuses”.

É planta nativa das terras das Américas Central e do Sul.
Já era cultivada antes de Cristo pelas grandes civilizações íncas e astecas, onde nem todos tinham acesso à bebida, só os nobres e os mais abastados.
Os índios torravam e trituravam o cacau entre duas pedras, ferviam em água aromatizada com baunilha, canela, pimenta ou suco de aveia até que ficasse pastosa, quando era servido em taças. Foram os espanhóis que, muitos anos depois, adicionaram açúcar a mistura e inventaram o chocolate que conhecemos atualmente.

No Brasil, o cacaueiro floresceu primeiramente na Amazônia, sobretudo no Pará. Na Bahia, os segmentos do fruto chegaram trazidas do Pará pelo francês Louis Frederic Warneau, ainda quando São Jorge dos Ilhéus era capitania hereditária e foi plantada na Fazenda Cubiculo, onde o Rio Pardo banha as terras do atual município de Laranjeiras. Foi provavelmente, planejada como curiosidade, talvez até como planta exótica, pelo português Antônio Dias Ribeiro.

As primeiras plantações de cacau datam aproximadamente de 1746, mas a cultura da cana-de-açúcar continuou a predominar na capitania. Foi a partir de 1822, com a chegada de um grupo de alemães chefiados por Pedro Weyll e que ficaram conhecidos como “Solitários do Almada” que as plantações começaram a crescer. Nesta época surgiram fazendas às margens dos rios, devido a facilidade do transporte fluvial para isolamento da produção. A lavoura começa a crescer de forma vertiginosa pelas margens dos rios e encosta, por entre as matas, modificando o cenário e a economia da região. O aumento da produção estimulou a busca por novas terras para o plantio de cacau. A professora Angelina Garcez afirma que a ocupação das terras do cacau são comparadas somente às de mineração. Começam a chegar pessoas vindas de vários lugares do Brasil, com o desejo de fazer fortuna. Ilhéus passa a ser o primeiro produtor de cacau do mundo e retorna a seu apogeu. A cidade desenvolve-se e conhece a glória, a fama e o luxo desmedido.

Porém, como acontece com toda monocultura, a lavoura cacaueira começa a entrar em declínio. Quando fazia 200 anos que havia sido introduzida no Sul da Bahia, passa a ser considerada como cultura em decadência, por falta de assistência técnica. Realmente, nunca existiu por parte dos produtores a preocupação em industrializar o cacau ou em aprimorar as técnicas de plantação. O que valia era o pouco conhecimento desenvolvido pelos pioneiros, passado para os seus descendentes.

As primeiras pesquisas sobre o cacau foram introduzidas em 1923, com a Estação Experimental, criada pelo Ministro da Agricultura em Uruçuca.
A época de Ilhéus chega ao fim, juntamente com a lavoura cacaueira, que sofreu, seja por condições climáticas, problema de falta de preços e principalmente pela doença conhecida como vassoura de bruxa.

A história do cacau está incorporada na da cidade. Os casarões dos grandes coronéis ainda podem ser vistos pelas ruas. A luta pela conquista da terra, apogeu econômico e os costumes do povo estão imortalizados em obras como as do famoso escritos Jorge Amado.
 
Informativo
Aulas de Dança
Dança de Salão
Todos os ritmos:
Forró, Samba, Bolero, Tango, Salsa e Merengue
Horários: Terças e Quintas das 19 às 20hs.
Local: Cooperbom Turismo - Cooperativa de Turismo, Cultura, Esporte e Lazer - Ilhéus
Informações: 73 3231 5563
  
Disque Teatro 73 3634-6183
E fique por dentro da programação semanal Solicite a programação pelo e-mail: teatroilheus@click21.com.br
  
Cinema - Cine Santa Clara
End. Av. Soares Lopes, n° 908 Fone: 73 3231-5409
  
Casa de Jorge Amado
End. Rua Jorge Amado, S/N - Centro Fone: 73 3634-8986
Visitação de 2ª a 6° das 09 h às 12 h e das 14 h às 18 h. Sábado das 09 h às 13 h
  
Fábrica de Chocolate Caseiro
Localizada na rodovia Ilhéus-Uruçuca, Km 2,5 - Iguape.
Aberto de Segunda a Sexta de 08:30 às 11:30 h e das 13 às 17:30 h
A visita é gratuita durante toda a semana.
  
Biblioteca e Arquivo Público
End. Praça Castro Alves - Centro Fone: 73 3634-1101
  
Museus e Acervos
Instituto Nossa Senhora da Piedade.
End. Rua Madre Thaís, N° 197 Fone: 73 3231-8613 Taxa de entrada: R$ 1,00
  
Todos os Domingos Passeios de Chalana
Informações e Reservas: Valmar 73 8811-0381
  
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